Acordei contigo ao meu lado, o teu rosto os teus suspiros... Do lado de fora da vidraça a lua brilhava espelhava sorrisos. A tua cabeça encostada no meu ombro repousava, Os teus sonhos pareciam falar e tocar segredos teus, Amores vividos, aguas correndo no rio, folhas caídas Como lagrimas de emoções que acarinhavam o coração.
…nome atribuído a Senhora/Dama, inteligente, culta, educada… Porque se diz em inglês?! Podia dizer-se em português, mas a subtileza da palavra, tanto escrita como entoada, é de uma elegância proeminente e soberba serenidade, para quem assim se sente… …posso afirmar com toda a convicção, que se trata de um conjunto de obras, de uma magnificência que transcende o imaginário individual… …de que vale uma falsa postura, se todas as “Lady’s”, sem excepção no fundo do seu mais profundo íntimo, têm posturas reprimidas que numa espontaneidade FELIZ, se afloram em beleza única!!! A essência Feminina está num pormenor… …o corpo de uma mulher, pelo seu todo e separadamente, é o que, a nós homens, extasia os sentidos… Na maneira como se move Como se senta Como caminha Como se desenha a silhueta…
A essência está num corpo que não é um produto, mas matéria física, que de quando em vez desprovida de pudor, consciente ou inconscientemente se insinua numa subtileza do “pecado” que sem ser, já o é.
Fonte de prazer pode ser qualquer coisa, situação ou pessoa. No contexto da minha obra, a Mulher é de facto um todo da matéria que foi criada para fazer com que haja sensualidade, leveza, subtileza e desejo. Quem como eu, faz escultura, é única a sensação que se tem quando se contempla um corpo feminino e dele se faz arte. Cumpre-se o essencial! A vagina, sem a exclusividade da procriação e maternidade, é vista como a mais completa fonte de prazer onde não deve existir limite, no talento a colocar ao que dela se deseja. No entanto as sensações fortes são divididas pelo corpo todo em partes distintas, não sendo menos o prazer que delas se pode tirar, tudo pode e deve ser “explorado”, independentemente de quem o faça!